quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Matemática - Aula 17 e 18 - Otimização, Programação Linear

Aula 17 - Otimização, Programação Linear I

Nessa aula o professor nos ensina a procurar a melhor maneira de resolver um problema, ou seja, buscar a otimização do problema. Essa otimização pode ser feito procurando o valor máximo de rendimento, o valor mínimo de rendimento, etc. Para melhorar essa explicação ele nos traz uma situação problema, transforma ela na linguagem matemática e começa fazer várias interpretações do problema. Utilizando tabelas, aproximação, probabilidade, gráficos, fenômenos lineares entre outros, em busca de chegar ao melhor resultado possível. Podemos notar no fim da aula que a otimização da situação problema é fundamental para a resolução do mesmo.

Aula 18 - Otimização, Programação Linear II

Aqui novamente o professor otimiza o problema. Primeiro capturando os dados fornecidos no decorrer do texto do problema e o transformando em uma tabela para facilitar a visualização. Após isso faz a modelagem e equacionamento do problema, usando os mesmos conceitos da aula anterior. Após essa abstração dos dados vai para um plano para representar esses dados, completando a otimização.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Informática - Aula 10 - Aplicativos para computação simbólica

Aula 10 - Aplicativos para computação simbólica

Nessa aula o professor traz aplicativos para podermos usar também. Porém dessa vez seu foco não é para computação numérica mas sim computação simbólica. Com esse tipo de aplicativo podemos por exemplo, resolver um polinômio de segundo grau, demonstrando os valores de "a, b,c" eespecificando o expoente como "x". Ele retornará as raízes para o usuário. Também funcionaria caso fossem 5 graus de uso. Um exemplo desse tipo de aplicação é o Maxima. O professor detalha o uso do programa, mostrando suas possíveis funções, que o programa é dividido em células e que cada célula terá seu tipo (texto, função, imagem, etc), e seu uso prático, como criar uma apostila interativa ou resolver uma equação virtualmente.

Informática - Aula 9 - Aplicativos para computação numérica

Aula 9 - Aplicativos para computação numérica

O professor Ivan retorna as planilhas eletrônicas para exibir as opções de suplementos da planilha. Após trata a questão de erros das planilhas, mostrando que uma planilha não pode ser usada como verdade absoluta para coletar informações pois alguns pesquisadores demonstram que existem vários erros em planilhas, como: Redundância, falta de fonte de dados, introdução de dados manuais incorretos, dentre outros. Visto isso procuramos uma solução que possa substituir a planilha, logo precisamos e alguma aplicação para computação numérica. O professor aponta um software que pode ser um possível substituto de planilhas, porém sem essa margem de erros. o Software MatLab. Porém esse Software é pago, por isso o professor traz uma aplicação aberta também e bem próxima do MatLab. O GNU Octave. Além desses dois ainda focando um Software livre, temos o FreeMat e o Scilab. Os quatro apresentam a mesma estrutura para o usuário, seguindo a mesma proposta: Ser um mecanismo de realizar cálculos. A utilização desse tipo de software tem 3 princípios básicos que devem ser usados no decorrer de toda carreira do engenheiro: Definir as variáveis que serão utilizadas; Qual função será utilizada com as variáveis; Análise da função calculada (gráfico por exemplo). A utilização desse tipo de Software aproxima-se bastante de algoritmos, utilizados para programação.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Leitura e Produção de Texto - Aula 9 e 10 - Metarregras

Aula 9 - Engenharia - Metarregras I


Nessa aula o professor traz a ideologia sobre "o que faz de um texto, um texto". Consiste em técnicas e estratégias principalmente focada para professores (porém nada impede o conhecimento ao aluno) para que o texto seja elaborado da melhor forma possível, passando além das considerações secundárias do texto, a ideia principal utilizando uma linguagem facilmente interpretada e entendida por todos. Após essa introdução ao pensamento apresenta as metarregras de repetição, progressão, não contradição e relação detalhando cada uma durante o decorrer da aula. Junto com esses conceitos usa também os princípios da textualidade de Beaugrande e Dressler, que são: Coesão, coerência, aceitabilidade, informatividade, intencionalidade, intertextualidade e situacionalidade.


Aula 10 - Engenharia - Metarregras II

Aqui o professor reforça a primeira aula vista, apresentando enunciados e utilizando os métodos ensinados pelo Francês Charolles e os princípios da outra dupla (Dressler e Beaugrande) para transcrever o enunciado da maneira que realmente o torna um texto bem preenchido e compreendido.

Conceito básico das metarregras de Charolles. Acesso em
http://slideplayer.com.br/slide/67831/

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Introdução à Engenharia - Aula 10 - Introdução às ferramentas de Engenharia

Aula 10 - Introdução às ferramentas de Engenharia

Nessa aula aprendemos as ferramentas que os engenheiros devem conhecer! Entre elas, temos o CAD (Computer Aided Design) o CAE (Computer Aided Engineering) e o CAM (Computer Aided Manufacturing). Ele aprofunda em cada uma dessas ferramentas, dizendo o histórico de onde começaram, qual era sua função e quais empresas necessitavam dela. Além desses sistemas todos, temos a integração desses sistemas tratados no fim da aula. a PLM (Product Lifecycle Management). Através dele podemos gerenciar as aplicações que estamos trabalhando, o banco de dados e ainda informações gerenciais da empresa.

Introdução à Engenharia - Aula 9 - Empreendedorismo na Engenharia

Aula 9 - Empreendedorismo na Engenharia

Aqui o professor Lerosa nos passa uma visão geral de empreendedorismo. Começando por uma explicação da sigla CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude). Após relaciona o empreendedorismo com a engenharia, trazendo os principais valores que um engenheiro deve ter: Ética que é algo que todos devem ter para ser aceitos na sociedade; Sustentabilidade pois o engenheiro tem o poder de mexer no ambiente, logo ele que deve se preocupar com ele também; E, por fim, o empreendedorismo que tem uma ligação direta com empregabilidade. Isso, nada mais é que conseguir seu espaço na sociedade. O professor trás algo inovador sobre o conceito riscos de empreendedorismo. Um empreendedor não gosta de riscos como muitos ideologias por ai dizem. Ele apenas é obrigado a enfrentar riscos para chegar ao sucesso. Ele os enfrenta para saber se realmente existe um risco! Caso exista ele volta e tenta novamente, porque a verdadeira característica do empreendedor é a persistência de tentar novamente. Com isso esclarecido ele passa alguns fundamentos que continuam envolvendo o engenheiro com o empreendedor e os riscos que serão abordados nessa área. Como tratado em várias outras aulas ainda, o engenheiro empreendedor também necessitará de sua principal habilidade: Trabalho em Equipe!